terça-feira, 29 de setembro de 2009

Le Fabuleux Destin de Sophie Lapin

Le 29 septembre 1987, aux 00 heures, 45 minutes, et quelques secondes, la plupart de la population de Coimbra restait sous les draps de leurs lits. Au ce même moment, dans une des chambres du bâtiment rose de la Rue Augusta, naissait Sofia, une rosée et petite fille.
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Les jours, les mois, puis les années passent. Elle prend plaisir à se poser des questions idiotes sur le monde ou sur cette ville qui s'étend là sous ses yeux.
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A 22 ans, elle se découvre un but : réparer la vie des autres.
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Sophie a soudain le sentiment étrange d'être en harmonie totale avec elle-même. Tout est parfait en cet instant. La douceur de la lumième, ce petit parfum dans l'air, la rumeur tranquille de la ville. Elle inspire profondément et la vie lui paraît alors si simple et si limpide qu'un élan d'amour comme un désir d'aider l'humanité entière la submerge tout à coup.
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Néanmoins, un entourage hétéroclite de gens bizarres lui donne fort à faire, et elle pense:
"Bon...c'est meilleur d'aider des personnes dont gnomes de jardin".
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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Era um exorcista faxabor!

Tenho a crer que alguém me deverá querer muito mal.

Nunca acreditei em bruxas e mau-olhados, e rezas e mezinhas, mas de há uns bons tempos para cá comecei a acreditar realmente que me deverão ter lançado alguma magia negra.

Isto porque o meu telemóvel anda possuído pelo Diabo!!!

Sim! Porque sempre que faço ou recebo chamadas ouço uma tecla que clica sempre sozinha...e não são raras as vezes em que quando desligo a chamada e olho para o ecrã vejo isto...
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Por isso venho aqui publicamente pedir ao Senhor Diabo que me largue o telemóvel...porque, parecendo que não, o barulhinho incessante da tecla 6 a carregar sozinha enquanto estou ao telemóvel, irrita um bocadinho!!!

Caso o Exmo. Senhor Diabo não se digne a cumprir o pedido, perguntava a alguém se conhecem um bom exorcista...ou vá...em último caso, apenas um técnico de informática que me ponha o telemóvel a funcionar como deve ser outra vez.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Michael Jackson's Son

Este blog não se manifestou perante a notícia da morte dessa grande estrela do Pop, ao qual chamaram "Rei do Pop", Michael Jackson.

Não se manifestou porque mais uma vez poderia ferir as susceptibilidades dos seus grandes fãs, com piadas maldosas, como aquelas que foram aparecendo logo poucas horas após a notícia ser divulgada (como, por exemplo, "Qual foi a última operação que o MJ fez? Mandou esticar o pernil"; ou ainda "Após a autópsia de MJ decidiu-se que este não será enterrado. Com tanta plástica, vai ser depositado no ecoponto amarelo").


E vai continuar sem comentar as especulações sobre a realização de inúmeras operações plásticas (que negou ter feito); a sua metamorfose cromática (que parece não se dever a um desejo de ser branco, mas sim a uma doença de pele que o obrigou a fazer despigmentação da pele); ou mesmo, o seu grande afecto pelas criancinhas (que o levou a construir uma Terra do Nunca, onde convidar crianças para dormir na sua cama constitui um sinal de carinho e amor).

O Sarda(nisca)s não vai comentar nenhum destes acontecimentos que, em vida, não abonaram muito a favor de Michael Jackson. Limita-se apenas a comentar a mais recente, e póstuma, notícia sobre a existência de mais um filho de MJ, um jovem norueguês de 25 anos chamado Omer Bhatti.

Com esta notícia, acho que está na altura de reformular a letra da música "Billie Jean", porque, afinal, "the kid is his son"!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Somos os melhores deficientes!

Em qualquer competição desportiva de âmbito internacional, Portugal costuma dar sempre o ar da sua graça e trazer uma ou outra medalha para casa (nem que seja em modalidades das quais nunca ninguém ouviu falar, como "Salto-ao-eixo-sobre-cones-de-plástico-com-mortal-atrás-encarpado").

Contudo, os atletas portugueses tornam-se verdadeiro motivo de orgulho quando se trata de campeonatos internacionais paradesportivos.

Exemplo disso foram os Jogos Olímpicos de 2008 onde, enquanto nos contentámos com uma medalha de ouro do Évora, e uma de prata da Vanessa, nos Paraolímpicos os atletas arrecadaram quase uma dezena de medalhas nas modalidades de boccia, atletismo e natação.

E depois há quem pergunte "Como é que os aleijadinhos conseguem mais medalhas que os outros?"

É caso para dizer que (nesta e noutras categorias...) Portugal tem os melhores deficientes do mundo!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Idas aos pares ao WC - A desconfirmação do mito

É largamente conhecido o mito de que as mulheres vão sempre aos pares à casa-de-banho.

Muitos homens têm travado longas discussões e reflexões, desde os primórdios da história (dos WC's públicos), sobre a razão de tal comportamento: será para agarrarem nas coisas da amiga enquanto a outra está a mijar; será para se agarrarem uma à outra para não assentarem as peidas na borda da sanita; será para se maquilharem umas às outras; será para falarem mal da "p***" da gaja que lhes está a roubar a atenção dos gajos todos; será para cuscarem o quanto aquele gajo é tão giro e estava a olhar para elas; será para se comerem?...

No entanto, até hoje, nenhum destes homens chegou a uma resposta razoável e satisfatória para a sua curiosidade sobre "idas-de-gajas-aos-pares-à-casa-de-banho", nem obteve provas concretas a este respeito. E isto, devido ao que se pode observar na seguinte imagem:

E agora os caros leitores perguntam "Como é que duas portas de WC podem desconfirmar o mito das "Idas-de-gajas-aos-pares-à-casa-de-banho"?"

Ora meus caros, como podem ver, a porta do WC Masculino é mais larga que a porta do WC feminino, e isto verifica-se porque (não, não é por os gajos serem mais musculados e espaçosos e precisarem de mais espaço para passar...)...não são as gajas que vão aos pares à casa-de-banho...mas sim os GAJOS!!!



Agora, a questão que se coloca é "Mas os gajos vão aos pares ao WC para agarrarem na pichota um do outro enquanto mijam?"

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Sofia...já passaste das marcas!

Há tempos tive uma ideia genial!
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E se...
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...a Visão tivesse uma versão em braille para cegos?...
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(Ok...se calhar não foi assim tão genial...)

terça-feira, 12 de maio de 2009

Queima(da)2009

Depois de dois anos a investir, de brindes vendidos, postais regateados a turistas, convívios fracassados, quotas mensais a sairem-nos do bolso, patrocínios arrecadados, flores enroladas, atadas, e armadas, eis que o objectivo mentalmente projectado se materializa.

Um quarteirão de pessoas mete mãos à obra para, lutando contra chuvas e plásticos indesejados, transformar um camião cor-de-rosa num "pseudo-louco alaranjado".

Tamanho feito não se procede, no entanto, sem pressões, arrufos, frases repetidas ("Precisamos de mais papel!", "Precisamos de mais flores!") , correrias de última hora, biscates de véspera, e primeiras noites de parque mal aproveitadas de cansaço e preocupação.

Mas rapidamente se chega ao grande dia! Um dos melhores e mais emocionantes de toda a vida académica!

O primeiro momento de nó na garganta acontece quando após queimar o grelo, e libertar as fitas surge o pensamento "Ai opá...já sou fitada...está quase a acabar!".

No entanto, é quando toda a tripulação está a postos, e a viagem se inicia que a maior emoção se apodera de todas nós. Nesse momento, são esquecidas as chatices, e todo o trabalho que deu poder estar ali.

A determinada altura (ajudada possivelmente pela clarividência de umas quantas canecas de inox viradas de martini rosato, e vodka morango e redbull) faz-se luz: "Isto é O cortejo! Andei 3 queimas para isto!".
Porque só depois de fazermos o percurso D.Dinis-Portagem no carro percebemos que o verdadeiro cortejo acontece todo naqueles poucos metros quadrados. O mundo lá fora desaparece, e só ali interessa!

A viagem mais emocionante da nossa vida recheia-se ainda de destruições de carro por trogloditas desportivos, banhos de cerveja dignos de concursos "Miss Camisa Molhada", mãos e braços arranhados, nódoas negras de quedas e pisadelas, e abraços chorosos, partilhados com as amizades que estes anos nos proporcionaram.

Ao chegar ao fim, e ao assistir à destruição daquele que foi o nosso meio de transporte por umas poucas horas, mas que foi o nosso objectivo por uns tantos anos, a vontade inicial de continuar a festa com os que viajavam mais atrás, é substituída por um sentimento melancólico de nostalgia, sobre o fim daquele dia, e sobre a aproximação do fim desta época da nossa vida.

Venham dizer que são tradicionalismos retrógradas, praxes ridículas, perda de tempo, dinheiro mal gasto, sentimentalismos, lamechices.

Venham dizer o que quiserem, mas quem o disser com certeza nunca o terá vivido, nem terá a oportunidade única de o viver.

A Queima é sem dúvida em Coimbra! O resto são Fitas!