Quando gajos e gajas se conhecem tudo na boa.
Os gajos gostam das q*****...as gajas também.
Entretanto, os gajos continuam a gostar das q***** e ficam-se por aí...
As gajas também continuam a gostar delas, mas começam a querer mais que isso.
E é quando o problema surge:
"F***-se aquela gaja não me larga! Tenho de a despachar!"
"Mas porque é que ele não me liga nenhuma?! Eu gosto tanto dele!"
Há uma série de coisas que nos mostram isso: filmes ("He's just not that into you" deve ser um deles); músicas ("I will survive" deve ser o hit das gajas rejeitadas); artigos de revistas femininas (ao estilo "Faça o teste e veja se ele está realmente interessado em você!"); até investigações científicas sobre os comportamentos interpessoais entre gajos e gajas (das quais o Alferes será sem dúvida um adepto).
Esta é a visão estereotipada das relações humanas heterossexuais que por aí existem. Um exagero, generalização irreflectida de uma gaja rejeitada!
Mas será mesmo um simples estereótipo sem fundamento?...
Adequadíssimo a este assunto, descobri um outro artigo que fala sobre isso: "As mulheres têm os fios desligados", fala de:
- como "as mulheres são corajosas e os homens cobardes";
- como os homens "só terminam uma relação quando têm outra";
- como "são incapazes de "Já não gosto de ti" de "Não quero mais" ";
- como utilizam bem o cliché "o problema não está em ti, está em mim","Tu mereces melhor do que eu";
- como "não se apaixonam: entusiasmam-se";
- como "só são ternos quando querem fazer amor e acabando o amor arranjam um pretexto para se levantar (chichi, sede, fome, a janela de que se esqueceram de baixar o estore) ou fingem que dormem porque não há paciência para abraços e festinhas";
- como elas gostam do "ronhónhó, a mania das ternuras, dos beijos";
- como elas "contam histórias sem interesse nenhum que nunca mais terminam";
- como elas "querem namoro, diminutivos, palermices";
- como elas sonham "com o Zorro, o Che Guevara, e eles a sonharem com o decote da vizinha";
- como as cartas de amor deles lhes devem dar sempre jeito pois "é só copiar mudando o nome";
- e de mais uma série de coisas, sobre as quais o melhor é mesmo ler (https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgp2QbQ1tGz6NGnVavJhlK4HGPJyMEgzRePUd2KwJknHRIWiqOnLkNCCvuVD4sTVgUVCCcOx-c3j8sJ5sehhyDHXDrMFQ93MQYhd7XlL4qnG4oPK-CDQN5u0G4qMzr2kjn4VL3tIrNLozk/s1600-h/cronicavis%C3%A3o.jpg).
Sim, todas estas ideias surgem das lamentações e generalização irreflectida de uma gaja rejeitada, que seja ingénua o suficiente para se deixar levar pelo primeiro gajo galante e, aparentemente, bem intencionado, que lhe apareça à frente.
O mais curioso...é que quem escreveu este artigo foi um homem...
Será mesmo, tudo isto, um simples estereótipo sem fundamento?...